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montesclaros.com - Ano 26 - quinta-feira, 2 de julho de 2026

Mais uma morte causada por linha de cerol em M. Claros, apesar de existir lei que proíbe o uso. Professora de 57 anos retornava da escola, de moto: "...a equipe médica do SAMU constatou que a mulher apresentava um corte profundo na região do pescoço, com sangramento intenso". Foi no início da noite desta terça-feira

Terça 30/06/26 - 18h43

18h40m, terça-feira, do Samu:




(…)



O SAMU foi acionado para prestar atendimento a uma mulher de 57 anos após ser atingida por uma linha de pipa no início da noite desta terça-feira (30), no Residencial Minas Gerais, em Montes Claros.

As informações são de que a vítima era professora e retornava do trabalho, conduzindo uma motocicleta, quando foi atingida pela linha.

Ao chegar ao local, a equipe médica do SAMU constatou que a mulher apresentava um corte profundo na região do pescoço, com sangramento intenso.

Ela também tinha um ferimento em um dos dedos da mão, levantando a suspeita de que a lesão tenha ocorrido na tentativa de retirar a linha que a atingiu.

Antes da chegada do SAMU, um transeunte tentou prestar os primeiros socorros, porém, devido à gravidade do ferimento, ela não resistiu.

A equipe médica do SAMU realizou a avaliação clínica e constatou o óbito ainda no local.


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00h06m, quarta-feira, do jornal O Tempo, de BH:


Professora morre após ser atingida por linha de pipa enquanto voltava do trabalho em MG

Mulher de 57 anos conduzia uma motocicleta quando sofreu um corte profundo no pescoço
Mateus Pena


A professora Cláudia Morais, de 57 anos, morreu após ser atingida por uma linha de pipa enquanto voltava do trabalho em uma motocicleta na cidade de Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, nessa terça-feira (30/6). A educadora atuava no Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei) Rosita Aquino, que suspendeu as aulas desta quarta-feira (1º/7) em razão do luto.

Em comunicado publicado nas redes sociais, a direção da unidade informou que "não haverá aula por motivo de luto" e lamentou a morte da professora, que lecionava para o 1º Período Safira.

De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Cláudia retornava do trabalho quando foi atingida pela linha. Ao chegarem ao local, os socorristas encontraram a vítima com um corte profundo na região do pescoço, acompanhado de intenso sangramento.

A professora também apresentava um ferimento em um dos dedos da mão. A suspeita é de que ela tenha se machucado ao tentar retirar a linha que a atingiu.

Antes da chegada da equipe do Samu, um homem que passava pelo local tentou prestar os primeiros socorros. No entanto, devido à gravidade dos ferimentos, Cláudia morreu ainda no local.



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11h07m, quarta-feira, do jornal Metrópoles:

Professora morre ao ser atingida no pescoço por linha com cerol

Caso aconteceu em Montes Claros (MG).

A professora de 57 anos voltava para casa de moto no momento do acidente. Polícia Civil de MG apura
Larice de Paula

Uma professora, de 57 anos, morreu após ser atingida no pescoço por uma linha de pipa com cerol. O caso ocorreu em Montes Claros (MG), na tarde dessa terça-feira (30/6).

A vítima, identificada como Cláudia Morais (foto em destaque), voltava para casa em uma motocicleta, quando foi atingida. Ao se chocar com a linha, ela perdeu o controle e foi ao chão.

Corte profundo
A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados para atender a ocorrência. Quando as equipes chegaram ao local, constataram um corte profundo na região do pescoço, com sangramento intenso.

A professora morreu ainda no local.

A Polícia Militar informou que o responsável pela linha não foi identificado. O caso é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).



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13h, quarta-feira, do jornal Estado de Minas, de BH:


Professora morre depois de ser atingida por linha chilena em Montes Claros

Há cinco anos, outra moradora teve morte semelhante que motivou lei proibindo soltura de pipa na área urbana do município
Luiz Ribeiro


Uma mulher de 57 anos morreu após ser atingida por uma linha chilena, usada para soltar pipa, no final da tarde dessa terça-feira (30/6), em Montes Claros, no Norte de Minas. A vítima foi identificada como a professora Cláudia Morais Silva, que será sepultada na tarde desta quarta-feira (1°/7).

Conforme o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência (Samu), a professora foi atingida pela linha e sofreu um corte profundo no pescoço quando retornava do trabalho pilotando uma motocicleta Biz, em uma rua do Bairro Residencial Minas Gerais, área do Vilage do Lago, na direção Sul da cidade.

Em 8 de junho de 2020, a dona de casa Andrea Borges, de 44 anos morreu após sofrer um corte profundo no pescoço provocado por uma linha chilena quando também retornava para o trabalho. O fato ocorreu na Avenida Manoel Caribé Filho, entre os bairros Vila Greice e Dona Gregória, área do Grande Maracanã, Região Sudeste de Montes Claros.

Devido à morte da dona de casa, em julho de 2020, a Câmara Municipal de Montes Claros aprovou a Lei Municipal n° 1, de autoria do vereador Rodrigo Cadeirante, que proíbe a soltura de pipas na área urbana da cidade. A iniciativa foi denominada “Lei Andrea Borges”.

Apesar da proibição legal, a soltura de pipas continuou ocorrendo na área urbana da cidade, o que se comprova com o episódio da morte da professora Cláudia Morais Silva.

De acordo com o Samu, quando a equipe de socorristas chegou ao local, verificou que ela apresentava um corte profundo na região do pescoço e sangramento intenso. "Ela também tinha um ferimento em um dos dedos da mão, levantando a suspeita de que a lesão tenha ocorrido na tentativa de retirar a linha que a atingiu", informou o Samu. No local, também foi constatada a morte da professora.

O corpo de Cláudia Morais Silva está sendo velado no Memorial da Santa Casa de Montes Claros. O sepultamento está marcado para as 16h desta quarta-feira, no Cemitério Bonfim, no município.



***


As leis já existentes são suficientes para impedir o uso de cerol, mas seguem quase sempre ignoradas.

Por toda parte, é possível ver o uso de cerol, oferecendo graves riscos à população.



A Lei Municipal nº 5.289, de 2020, proíbe empinar pipas, papagaios, raias ou artefatos similares.

Só podem ser usados em regiões de fazenda, sítios, clubes, áreas de recreação pública ou particular, desde que garantida a distância de segurança da rede elétrica e que não possuam, na sua composição, qualquer tipo de linha cortante ou com potencial de corte.

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